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girl on film

by ana sofia santos

16
Dez25

Cristiano Ronaldo no capítulo final de Fast & Furious? É isso que Vin Diesel quer!

 

Vin Diesel fez uma revelação surpreendente: Cristiano Ronaldo terá um papel no capítulo final da saga Fast & Furious, intitulado Fast X: Part 2, com estreia prevista para abril de 2027. A revelação foi feita através de uma publicação no Instagram, onde Diesel afirmou que escreveu um papel especialmente para o craque português, alimentando a curiosidade dos fãs sobre como o jogador será integrado na trama.

O filme promete ser um dos mais ambiciosos da franquia, reunindo personagens icónicos como Dwayne Johnson, Jason Statham, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster e Jason Momoa. Outro destaque é o regresso do personagem Brian O’Connor, originalmente interpretado por Paul Walker, que deverá aparecer graças a tecnologia CGI, cumprindo uma das condições impostas por Diesel para avançar com a produção.

A inclusão de Cristiano Ronaldo representa uma estratégia clara para ampliar o alcance global do filme, cruzando o universo do desporto com o cinema de ação. A popularidade do jogador, com milhões de seguidores e influência mundial, deverá impulsionar a promoção do projeto e atrair novos públicos, especialmente em mercados onde o futebol é dominante.

Com realização de Louis Leterrier e roteiro assinado por Christina Hodson e Oren Uziel, Fast X: Part 2 surge após o sucesso de Fast X, que arrecadou mais de 700 milhões de dólares globalmente, apesar do elevado orçamento de 340 milhões. A expectativa é que o capítulo final supere esses números, consolidando a saga como uma das mais lucrativas da história do cinema.

Ainda não foram divulgados detalhes sobre o papel de Ronaldo, mas a sua participação marca a primeira vez que um atleta ativo do futebol assume um papel significativo na franquia, reforçando a aposta em diversidade e inovação para encerrar a saga com impacto global.

 

 
 
 
 
 
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15
Dez25

Yorgos Lanthimos realiza anúncio da Jameson protagonizado por Aaron Taylor-Johnson

Aviso! Este artigo contém informações sobre bebidas alcoólicas.

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Já deve ter-se cruzado, no seu zapping diário, com o anúncio do Jameson Black Barrel, uma peça publicitária que, embora criada em 2024, continua a abrilhantar e a inspirar a comunidade pela sua originalidade e qualidade cinematográfica.

A Jameson Irish Whiskey lançou uma campanha global para o Jameson Black Barrel, protagonizada por Aaron Taylor-Johnson e realizada por Yorgos Lanthimos. Intitulada The Greatest Story Almost Told, a campanha integra a plataforma criativa “Must Be a Jameson” e aposta numa abordagem cinematográfica marcada pelo mistério, pelo humor subtil e pela forte valorização da tradição da marca.

O filme acompanha Aaron Taylor-Johnson numa tentativa quase obsessiva de descobrir e contar os segredos que estão por detrás do Jameson Black Barrel. Ao longo do anúncio, o actor percorre uma sucessão de espaços estilizados que evocam a destilaria e o universo da marca: desde salas repletas de barris a ambientes cuidadosamente encenados, sempre com a sensação de que a resposta definitiva lhe escapa.

 

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15
Dez25

Opinião | "One Battle After Another": Paul Thomas Anderson e o triunfo do caos cinematográfico

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One Battle After Another afirma-se como um exercício de cinema exuberante, excessivo e assumidamente provocador, um daqueles filmes que não pedem permissão ao espectador para existir e que encontram precisamente aí a sua força. Realizado por Paul Thomas Anderson, que também assina o argumento, o filme conta com produção de Anderson, Adam Somner e Sara Murphy, consolidando uma equipa criativa que privilegia o risco, a liberdade formal e uma visão de autor muito acentuada.

Segundo a sinopse oficial, One Battle After Another [título nacional: "Batalha Atrás de Batalha"] acompanha um grupo improvável de personagens apanhadas num conflito tão íntimo quanto caótico, onde batalhas pessoais, políticas e emocionais se cruzam num território instável, marcado por paranoia, obsessão e humor negro. O filme constrói-se como uma sucessão de confrontos, internos e externos, em que nada é completamente linear nem totalmente fiável.

Um dos grandes trunfos da obra reside na banda sonora, que funciona como motor narrativo e emocional, sublinhando a tensão e o absurdo sem nunca cair no óbvio. A música não se limita a acompanhar as imagens: comenta-as, amplifica-as e, em vários momentos, empurra o filme para um território quase hipnótico. A este nível, junta-se um trabalho de figurinos particularmente inspirado, que define personagens, estados mentais e contextos com uma precisão visual que reforça o tom excêntrico e deliberadamente desajustado da narrativa.

 

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15
Dez25

"Spartacus: House of Ashur": Primeiras impressões

- Atenção: o texto que se segue pode conter spoilers! -

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Criada por Steven S. DeKnight, Spartacus: House of Ashur expande o universo da saga Spartacus através de uma premissa de realidade alternativa. A narrativa parte da hipótese de Ashur não ter morrido no final de Spartacus: Vengeance e de, em vez disso, ter sido recompensado pelos romanos pelo seu oportunismo e lealdade circunstancial, recebendo o controlo de um ludus de gladiadores. A série estreou a 5 de dezembro de 2025, no canal Starz, assumindo desde o primeiro episódio um tom adulto e violento, fiel ao ADN da franquia original.

A história centra-se em Ashur, antigo escravo sírio conhecido pela sua crueldade, manipulação e ambição desmedida, agora elevado à posição de dominus. No comando do ludus, é forçado a equilibrar as exigências da elite romana, a disciplina dos gladiadores e os perigos constantes da intriga política. A narrativa explora um mundo onde o poder é instável, a traição é regra e a sobrevivência depende tanto da astúcia como da força bruta. Em paralelo, a série introduz novas dinâmicas na arena, nomeadamente a presença de uma gladiadora determinada a desafiar convenções profundamente enraizadas.

15
Dez25

Vincent Cassel lidera o elenco de "Le Dîner", a curta-metragem de Natal da Zara

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A Zara estreou a curta-metragem “Le Dîner”, uma produção audiovisual de cerca de 16 minutos que combina narrativa cinematográfica e moda como carta de apresentação da sua campanha de Natal de 2025. A peça foi lançada a 11 de dezembro de 2025 e está disponível nos canais digitais oficiais da marca, incluindo o site e a aplicação.

O filme foi produzido pela Little Spain e realizado por Santos Bacana e Rogelio González. Esta dupla de realizadores é responsável por dar a “Le Dîner” uma estética cinematográfica cuidada, com especial atenção à atmosfera, à iluminação e à construção visual, refletindo a ambição da Zara em explorar formatos narrativos que ultrapassam os tradicionais anúncios de moda.

A narrativa desenrola-se num restaurante elegante no centro de Madrid, onde a equipa de sala se prepara para receber um jantar festivo. Rossy de Palma interpreta a chefe de sala que, com mestria e charme, coordena os preparativos da ceia. À medida que a noite avança, um grupo de convidados de diferentes origens chega para jantar, entre os quais se incluem Diane Kruger, Damson Idris e Dylan Penn. A história envereda um rumo inesperado com a entrada de Vincent Cassel, no papel de um misterioso e enigmático desconhecido cuja presença altera o curso da seia.

 

06
Dez25

Opinião | "Sean Combs: The Reckoning": um monstro anunciado

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A minissérie “
Sean Combs: The Reckoning”, realizada por Alexandria Stapleton e produzida por Curtis “50 Cent” Jackson, recompõe a carreira de Diddy sem grandes novidades. Reorganiza episódios já conhecidos: o contexto e a influência nos assassinatos de Tupac e de Biggie, o abuso de poder na indústria, o desrespeito pelos músicos que produzia, os maus-tratos a mulheres e homens, as drogas. A série recorre também a vídeos filmados dias antes da detenção do artista, que lhe dão um impacto particular, sobretudo no terceiro episódio, em que o videógrafo contratado pelo próprio Diddy regista uma ida a Harlem onde ele demonstra um desprezo absoluto por quem o aborda, um relato cru, perturbador e, francamente, asqueroso. Os testemunhos de antigos colaboradores são verdadeiros pregos no caixão, reforçando o retrato incriminatório. 50 Cent e a realizadora têm ainda especial cuidado em mostrar que Diddy era uma nulidade enquanto músico e, sobretudo, enquanto gangster que sonhava ser mas nunca conseguiu; sempre fingiu ser e usou outros para o ser. Visto assim, Puff Daddy dispensa qualquer esforço adicional para se revelar como alguém profundamente detestável.

Contacto

ana sofia santos: agirlonfilm@sapo.pt

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