Lady Gaga lançou o vídeo do single The Dead Dance, realizado por ninguém menos que Tim Burton, em paralelo à sua participação especial na série Wednesday, da Netflix. A produção funde o estilo sombrio e surreal de Burton com a teatralidade vibrante de Gaga, resultando numa obra visual repleta de humor macabro, dança e fantasia.
O vídeo começa com Gaga rodeada por bonecas bebé que ganham vida ao som da batida. A artista multifacetada lidera uma coreografia intensa com dançarinos mascarados, em cenários que alternam entre luz e escuridão. O figurino é da autoria de Colleen Atwood, e a coreografia foi criada por Parris Goebel, com participação de Corey Baker.
Baseado nos romances premiados de Isaac Asimov, "Foundation" narra a história de um grupo de exilados na sua jornada monumental para salvar a humanidade e reconstruir a civilização apesar da queda do Império Galáctico. Do elenco de "Foundation" fazem parte Jared Harris e Lee Pace, ao lado das estrelas em ascensão Lou Llobell, Leah Harvey, Laura Birn, Cassian Bilton e Terrence Mann, a segunda temporada apresenta novas personagens e estrelas, incluindo Isabella Laughland (Brother Constant), Kulvinder Ghir (Poly Verisof), Ella-Rae Smith (Queen Sareth of Cloud Dominion), Holt McCallany (Warden Jaegger Fount), Rachel House (Tellem Bond), Nimrat Kaur (Yanna Seldon), Ben Daniels (Bel Riose) e Dimitri Leonidas (Hober Mallow).
"Foundation" é produzido para a Apple pela SkydanceTelevision e liderado pelo showrunner e produtor executivo David S. Goyer, com Alex Graves, David Ellison, Dana Goldberg, Bill Bost, Robin Asimov e MarcyRoss também a assumirem o cargo de produtores executivos.
A história desconhecida da ascensão e queda meteórica do primeiro - famoso - estilista de moda norte
Ewan McGregor interpreta o icónico estilista na série limitada e assinada por Ryan Murphy sobre o lendário designer que revolucionou a moda americana.
Roy Halston Frowick alcançou a fama internacional em meados da década de 1970 quando se tornou o nome internacional que definiu a era do Studio 54. Conhecido por seus designs minimalistas e limpos, Halston era conhecido por criar um estilo de vida urbano e descontraído para as mulheres americanas. Presença regular no Studio 54 com seus amigos próximos - Liza Minnelli, Bianca Jagger e Andy Warhol. Depois de várias decisões imprudentes no que aos negócios diz respeito, Halston acabou por perder o controle da sua casa de moda na década de 1980 e morreu de cancro [relacionado com o facto de ser seropositivo] em 1990, aos 57 anos.
"Ele sempre foi uma grande figura importante na minha mente - uma representação de alguém que veio de origens humildes e que passou a fazer algo incrível com a sua vida (...) A maior tragédia de Halston foi o facto de que morreu praticamente sozinho. Estava com a sua família, mas sentia-se meio exilado não apenas do mundo da moda, mas do mundo inteiro. Uma das coisas mais comoventes que assistimos nos seus tempos finais e aquele que é um dos seus últimos actos foi a compra de um Rolls-Royce conversível. Com um motorista, limitou-se simplesmente a subir e descer a Pacific Coast Highway - pela primeira vez na sua vida foi inspirado e não teve que traduzir essa inspiração numa colecção."
- Ryan Murphy para a Vogue.
Junto com McGregor no elenco estão Rory Culkin como Joel Schumacher, Rebecca Davan como Elsa Peretti, David Pittu como Joe Eula, Krysta Rodriguez como Liza Minelli, Sullivan Jones como Ed Austin, Gian Franco Rodriguez como Victor Hugo e Dilone como o super modelo Pat Cleveland.
The ABC Murders é o título da adaptação em três partes da história clássica de Agatha Christie. Neste projecto BBC, John Malkovich será Hercule Poirot e Rupert Grint, o Inspetor Crome mas também fazem parte do elenco Andrew Buchan (Broadchurch), Eamon Farren (Twin Peaks), Tara Fitzgerald (Game of Thrones), Bronwyn James (Harlots), Freya Mavor (The Sense of an Ending), Shirley Henderson (Harry Potter), Kevin McNally (Pirates of the Caribbean), Gregor Fisher (Love Actually) e Jack Farthing (Poldark e The Riot Club).
Criada por Pamela Adlon e Loius C.K., a série FX é uma espécie de comédia autobiográfica. Better Things conta a história de Sam (Pamela Adlon), uma actriz, mãe divorciada que sozinha, cria três filhas. Longe de ter a vida glamourosa de uma actriz de Hollywood, Sam esforça-se para encontrar trabalho de forma a poder pagar as contas e cuidar das três filhas: Max (Mikey Madison), Frankie (Hannah Alligood) e Duke (Olivia Edward). A sua mãe, Phyllis (Celia Imrie), vive ao lado e continua a ser uma presença quase constante na vida da filha e das netas, mas a Phyllis só é permitido aparecer quando é convidada.
A comparação (saudável) à saudosa Louie é inevitável: a abordagem aos bastidores do show business e às personagens características e peculiares do meio, o realismo das relações humanas e a cinematografia.
Mas é na personagem principal e criadora, Pamela Adlon que está a majestade deste projeto. Adlon, atriz, autora, realizadora, produtora é atualmente um dos rostos mais importantes da comédia norte-americana. Se Louis influenciou Adlon, ela também lhe fornece fonte inesgotável de inspiração. É uma parceria e tanto!
Em Better Things não há a habitual frustração parental que se concentra na mãe como uma mártir em vez de ser exposta como um ser humano real com ideais, desejos e necessidades. A Sam Fox interpretada por Pamela Adlon é explicita no seu monólogo interno e é muito fácil compreendermos as suas motivações. Os seus pensamentos são muitas vezes apresentados através de storytelling, uma técnica tão familiar aos fãs de Louie.
Better Things é, no entanto, uma experiência mais íntima do que Louie e é importante notar que a maternidade apesar de ser o foco central da série, não assume a totalidade do argumento. É que mesmo quando Sam é exposta às exigências das filhas, do trabalho e dos amigos, o ponto de vista da personagem principal permanece claro, a sua posição é explicita e as suas prioridades não são ocultadas.
Feminista, sem extremismos, a série FX mostra uma mãe que encoraja as filhas a seguirem os seus sonhos e a serem fiéis a si próprias. Os ideais feministas, são espelho do próprio ativismo de Adlon e não é claramente uma opção de marketing da série, está impresso no próprio ato de escrita.
Sam é uma mãe maravilhosa a sua abordagem perante a parentalidade é bastante inocente e por vezes árdua. Dedicada às filhas e respeitadora das suas peculiares formas de ser e de estar, tem como objetivo máximo que as três jovens se tornem boas pessoas e não apenas crianças bem comportadas. Mas a série nunca entra em território lamechas, o potencial de sentimentalismo é invariavelmente interrompido por alguns dos aspectos mais realistas da vida de Sam, como a difícil missão de encontrar "cinco" preciosos minutos para se masturbar.
Tudo isso é inspirado pela vida real de Adlon - que na vida real é mãe solteira de três filhas - e é esta ligação à realidade que torna Better Things crua, real e muito engraçada. As miúda são extraordinárias. São as crianças / adolescentes mais humanas da televisão atual. As suas histórias, vivências e gostos complementam o argumento de forma sublime. Uma é pura e inocente, outra tenta descobrir a sua sexualidade e orientações políticas e a mais velha é a típica adolescente que acha que já é adulta.
Em cada episódio de Better Things, Sam lida com crises do dia-a-dia e no meio da "vida diária", actores conhecidos, como Julie Bowen, Constance Zimmer e Bradley Whitford, têm cameos deles próprios ou interpretam versões de si próprios.
"Escrever o que se sabe e conhece" é uma das regras fundamentais da escrita e meio caminho para o sucesso. A comédia autobiográfica pode, por vezes, ser auto-indulgente (de notar que os dramas autobiográficos, também), mas as boas e bem escritas tornam-se casos de sucesso. Usam o conhecimento íntimo das vidas dos seus criadores para expor as verdades que vão ressoar para um público que não passou pela mesma experiência. Better Things é 100% humana e 100% obrigatória.
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ana sofia santos: agirlonfilm@sapo.pt
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